domingo, novembro 19, 2006

Família

Aniversário da tia, a família toda (ou quase toda) junta. E mais: eu sentindo que faço parte dela como há muito tempo, talvez desde que era criancinha, não sentia. Isso fez falta. Quanto tempo levou até eu gostar de verdade de jogar conversa e tempo fora com eles? Uma pena que tenha sido tanto e tão longo esse tempo. Mas enfim, hoje juntei um pedacinho de mim que faltava e eu nem tinha percebido.

domingo, novembro 12, 2006

Da dificuldade de se quebrar paradigmas

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."


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Não tenho referências sobre a pesquisa, mas sendo ficcional, já é uma boa metáfora sobre os homens.


sábado, novembro 11, 2006

Deixe-se acreditar

"Eu quero um samba pra me aquecer
quero algo pra beber, quero você
peça tudo que quiser
quantos sambas agüentar dançar
mas não esqueça do nosso trato
da hora de parar
só vamos embora quando tudo terminar
eu vou te levar aonde você quer chegar
eu tenho a chave nada impede a vida acontecer
deixe-se acreditar
nada vai te acontecer
tudo pode ser
nada vai te acontecer, não tema
esse é o reino da alegria. "


Bunitin, né não?

domingo, novembro 05, 2006

Necessidade de PORRADA!

" I'm madly in anger with you

And I want my anger to be healthy
And I want my anger just for me
And I need my anger not to control
And I want my anger to be me

And I need to set my anger free

Set it freeeeee!!!"

sábado, novembro 04, 2006

Yeah, we're all gonna burn in hell

I said we're all gonna burn in hell

sexta-feira, novembro 03, 2006

Pfff...

Acaso? Ironia das forças ocultas? Zombaria de Deus? Erro na Matrix? Não sei, mas isso é o tipo de coisa que me faz achar que de fato há algo ou alguém sem compaixão alguma que se diverte criando situações incômodas na vida de fracassados como eu. Curar-me foi difícil e demorou. Doeu bastante e ainda coçava às vezes, digamos assim, mas passou. Daí eu saio num dia de chuva pra ir ao cinema. Preguiça e resfriado, mas eu vou. Maldito cabelo do protagonista, escorrendo lembranças já mofadas. Maldito sonho tão doloridamente real, malditas imagens... Ok, deve ter sido sugestão daquele cabelo, nada fora do normal. Meus sonhos sempre foram sugestionados. Então sou sacudida da cama às nove porque minha mãe não se sente bem, vamos ao médico então. Às nove e meia de um dia em que eu dormiria no mínimo até uma da tarde eu desço e pego o elevador, minha mãe já me espera na portaria. Às malditas nove horas e trinta minutos eu fico presa no elevador com aquele mesmo cabelo do filme... Irritante como não mudou. Irritantes 20 minutos longos que não acabam... E quando chego, o número no identificador de chamadas... Pelamordedeus! Será que as Forças Ocultas que regem a probabilidade e o acaso acham mesmo que eu me odeio tanto assim pra dançar de novo essa música brega? Não cara, Deus subestimou minha inteligência e meu autorespeito hoje... Faça-me o favor!...

quarta-feira, novembro 01, 2006

Vou falar, juro que vou.

Quantas dezenas de vezes eu prometi isso mesmo? Sei não, mas dessa vez é sério. Já passou da hora de assumir o controle e viver as coisas. Já assisti - sim, é o que tenho feito apenas - o suficiente pra saber que assim vai mal e eu não quero mais.