quinta-feira, agosto 31, 2006
segunda-feira, agosto 28, 2006
Uma perda e um sintoma
Tristeza de ver uma livraria inteira transformar-se em mísera prateleira onde a literatura é espremida num canto pelo monte de besteiras evangélicas que pastores-políticos-compradores-de-alminhas andam por aí escrevendo. E pensar que eu acreditei estar brotando no meio do cimento e da sujeira de Caxias um repentino interesse por livros...
domingo, agosto 27, 2006
E o resumo de tudo é o funcionamento de circuitos
Yasmin diz:
então mulheres são analógicas!
Yasmin diz:
(¬¬)
Luís Carlos diz:
Exatamente!
Yasmin diz:
sabe de nada, vc hein...
Luís Carlos diz:
Mulheres são tal e qual circuitos analógicos...
Yasmin diz:
heheheheh
Luís Carlos diz:
E homens, são exatamente circuitos digitais...
Luís Carlos diz:
E pelo contrário...
Luís Carlos diz:
Eu
Luís Carlos diz:
Eu sei de tudo!
Luís Carlos diz:
;D
Yasmin diz:
do que mais vc sabe então sobre as mulheres?
Yasmin diz:
já começou errado, subestimando...
Luís Carlos diz:
Aí é que quase ninguém entendeu a frase...
Luís Carlos diz:
As pessoas que vêem essa frase, acham que estou subestimando as mulheres...
Luís Carlos diz:
Isso não é um pensamento machista!
Luís Carlos diz:
Isso é uma interpretação psicológica da natureza de ambos, com uma interpretação eletrônica...,
Yasmin diz:
(¬¬)
Yasmin diz:
(como eu não sei oq é exatamente analógico... enfim...só que coisas digitais são melhores...)
Luís Carlos diz:
Essa é a idéia que o mercado de hoje em dia passa...
Luís Carlos diz:
Mas quando eu falo isso, não me refiro aos resultados, mas sim ao funcionamentos desses circuitos...
Yasmin diz:
seja mais claro com alguém que não entende de circuitos
Luís Carlos diz:
Vamos lá, então...
Luís Carlos diz:
Veja bem...
Luís Carlos diz:
Vamos falar do que você sabe então...
Luís Carlos diz:
Qual dos dois (homem ou mulher)...
Luís Carlos diz:
É mais sensível, mais imprevisível, tem oscilações de comportamento mais freqüentes, e é mais subjetivo?
Luís Carlos diz:
Qual?
Yasmin diz:
mulher...
Luís Carlos diz:
Que coisa, não? Exatamente como funciona um circuito analógico...
Luís Carlos diz:
Sensível a qualquer tipo de informação passada a ele, com resultados com maiores faixas de erro, alteração fácil pelo mais simples desequilíbrio de algum dos dados, e com interpretação mais difícil de ser feita...
Luís Carlos diz:
Quem é mais racional, mais previsível, mais estável e objetivo?
Luís Carlos diz:
Homem ou mulher?
Yasmin diz:
o homem...
Luís Carlos diz:
Ora, veja! Exatamente como um circuito digital!
Luís Carlos diz:
Só aceita informações binárias em bits, tem resultados calculados antes mesmo do seu funcionamento, só se altera com alguma informação passada erroneamente, e com interpretação simplesmente visual...
Luís Carlos diz:
Depois disso...
Luís Carlos diz:
Minha frase está certa ou errada?
Yasmin diz:
certa (¬¬)
Yasmin diz:
boa, gostei...
Luís Carlos diz:
Tem algum machismo na minha interpretação?
Yasmin diz:
não...
Luís Carlos diz:
Viu só? Eu sabia...
então mulheres são analógicas!
Yasmin diz:
(¬¬)
Luís Carlos diz:
Exatamente!
Yasmin diz:
sabe de nada, vc hein...
Luís Carlos diz:
Mulheres são tal e qual circuitos analógicos...
Yasmin diz:
heheheheh
Luís Carlos diz:
E homens, são exatamente circuitos digitais...
Luís Carlos diz:
E pelo contrário...
Luís Carlos diz:
Eu
Luís Carlos diz:
Eu sei de tudo!
Luís Carlos diz:
;D
Yasmin diz:
do que mais vc sabe então sobre as mulheres?
Yasmin diz:
já começou errado, subestimando...
Luís Carlos diz:
Aí é que quase ninguém entendeu a frase...
Luís Carlos diz:
As pessoas que vêem essa frase, acham que estou subestimando as mulheres...
Luís Carlos diz:
Isso não é um pensamento machista!
Luís Carlos diz:
Isso é uma interpretação psicológica da natureza de ambos, com uma interpretação eletrônica...,
Yasmin diz:
(¬¬)
Yasmin diz:
(como eu não sei oq é exatamente analógico... enfim...só que coisas digitais são melhores...)
Luís Carlos diz:
Essa é a idéia que o mercado de hoje em dia passa...
Luís Carlos diz:
Mas quando eu falo isso, não me refiro aos resultados, mas sim ao funcionamentos desses circuitos...
Yasmin diz:
seja mais claro com alguém que não entende de circuitos
Luís Carlos diz:
Vamos lá, então...
Luís Carlos diz:
Veja bem...
Luís Carlos diz:
Vamos falar do que você sabe então...
Luís Carlos diz:
Qual dos dois (homem ou mulher)...
Luís Carlos diz:
É mais sensível, mais imprevisível, tem oscilações de comportamento mais freqüentes, e é mais subjetivo?
Luís Carlos diz:
Qual?
Yasmin diz:
mulher...
Luís Carlos diz:
Que coisa, não? Exatamente como funciona um circuito analógico...
Luís Carlos diz:
Sensível a qualquer tipo de informação passada a ele, com resultados com maiores faixas de erro, alteração fácil pelo mais simples desequilíbrio de algum dos dados, e com interpretação mais difícil de ser feita...
Luís Carlos diz:
Quem é mais racional, mais previsível, mais estável e objetivo?
Luís Carlos diz:
Homem ou mulher?
Yasmin diz:
o homem...
Luís Carlos diz:
Ora, veja! Exatamente como um circuito digital!
Luís Carlos diz:
Só aceita informações binárias em bits, tem resultados calculados antes mesmo do seu funcionamento, só se altera com alguma informação passada erroneamente, e com interpretação simplesmente visual...
Luís Carlos diz:
Depois disso...
Luís Carlos diz:
Minha frase está certa ou errada?
Yasmin diz:
certa (¬¬)
Yasmin diz:
boa, gostei...
Luís Carlos diz:
Tem algum machismo na minha interpretação?
Yasmin diz:
não...
Luís Carlos diz:
Viu só? Eu sabia...
sábado, agosto 26, 2006
!!!!
Pressa pressa que não posso mais esperar assim não se pode ter um minuto de sossego que nada sossego é o que não tenho ha muito tempo tempo que num passa demora se arrasta nesse diabo de relógio e não dá não pode não consigo vambora vambora vambora que tá ficando tarde e se fica ai eu nem sei se eu corro se eu saio doida ninguém me segura me segura que eu não ahhh eu sim.
sexta-feira, agosto 25, 2006
Coisas...
Momentos como esse agora fogem à minha compreensão. Se bem que tanta coisa, na verdade a maioria, foge à minha compreensão, então nada de extraordinário nisso. De qualquer forma, voltemos ao momento, mas não sem antes compará-lo com outros tão repentinos quanto. A náusea aguda que às vezes o mundo me causa é compreensível, e os motivos eu creio que não seja mesmo necessário enumerá-los. Os surtos de auto-desprezo fazem sentido pois sempre ocorrem naqueles momentos em que qualquer ser humano com o mínimo de estima por si mesmo se envergonharia de ser quem é. A ansiedade - até mesmo aquela que não espera por nada específico, mas por aquele algo abstrato que é sempre o que nos falta - faz sentido quando consome minha energia e me faz sentir como se estivesse digerindo meu próprio estômago. A neurose eterna de que estão me cobrando, ela tem fundamentos também. O que não tem lógica é isso agora, num dia chato como são chatos os dias de não sentir nada. E não é que, silenciosa como a poeira da rua, a felicidade besta dos que nada têm a perder entrou por debaixo da porta?
domingo, agosto 20, 2006
Dos erros (ir)reversíveis
Eu realmente não me lembro a quem me referia no último post. Que seja... Nesse fds fiz tanta besteira que isso foi a coisa mais coerente desde sexta-feira à tarde. Eu queria morrer um pouquinho, só um pouquinho até que algumas coisas fossem definitivamente enterradas numa data distante. Na falta desse recurso, já aviso aos meus 12 leitores imaginários - nos tempos áureos do blog, quando ele ainda se chamava pretensamente de "Filosofia Barata", eu os imaginava na casa do milhar - que é possível que eu me esconda por uns dias num buraco cavado no primeiro pedaço de terra não-cimentada que eu encontrar. Ou talvez eu, bem, aquela minha filosofia de sempre, talvez eu deixe como está pra ver como é que fica. (Apesar de ser provável que fique pior ainda.)
Mas não façamos drama, não exageremos, amanhã é segunda. E segundas-feiras são tão chatas que qualquer problema que se tenha me parece ridículamente pequeno se comparado às obrigações que nos esperam pela semana.
Mas não façamos drama, não exageremos, amanhã é segunda. E segundas-feiras são tão chatas que qualquer problema que se tenha me parece ridículamente pequeno se comparado às obrigações que nos esperam pela semana.
sábado, agosto 19, 2006
Amanhã...
Ah cara... Amanhã eu decido, amanhã eu vejo o que faço...
Porque hoje... Ah meu amigo, hoje eu não sei nem meu nome!
Porque hoje... Ah meu amigo, hoje eu não sei nem meu nome!
quinta-feira, agosto 10, 2006
Duas voltas ao redor do vazio
Menos trágico, que a situação não é digna de grande emoção. Mais vazio, que as feridas são pela ausência das coisas. Não tão claro, por não se definir o limite da saudade e do tédio. Nem tanto assim obscuro, como o resto todo que é uma série longa de clichês. O resto de sorrisos e o fim das lágrimas, o conveniente apático cai como a tarde quente e preguiçosa. Das janelas empoeiradas, sol a invadir a consciência e inquietar o coração, acusando a vida e suas covardias omissas. A gente na rua passa, como passam carros, como passa o tempo, e esse passa claro como estes domingos de calor, a se arrastarem pesadamente por entre frustrações. As mãos já não poderiam esclarecer para outras mãos se isso assim é carinho ou o que seria então. Escuro abafado dentro do pequeno mundo de vontades esmagadas, escuro que não se vê. Vontades que não se compreende delas a dificuldade de deixarem de ser apenas vontades. E o amor debochadamente se faz distante, e se volta já não há mais seu lugar. Se volta, não se reconhece, pois, sua careta de gozador que ficou perdida nas lembranças já não visitadas. Valeria então agora se...? Ora... não.
terça-feira, agosto 08, 2006
Sunshine... we all see... the same sky...
Ai, ai, calor! Sol quente e eu branquela fico fluorescente debaixo de tanta luz. Depois vermelha, bem vermelha, naturalmente. E nem é só por isso que não curto esses dias muito claros. O céu azul sem uma nuvenzinha me faz sentir como se estivesse despida, desarmada. Vulnerável. Coisas da minha cabeça, caraminholas sem sentido... Dias nublados já, ou ameaço me esconder no quarto de cortinas fechadas pra sempre!
sábado, agosto 05, 2006
quarta-feira, agosto 02, 2006
Reloading...??
Eu já vi isso antes, dezenas de vezes, me arrisco a dizer. E não me agrada nada estar à iminência de uma reprise, reprise essa já tão batida. Eu sei lá, não sei de mais nada, acho mesmo que nunca soube ao certo. O que sei é que minhas mãos suam e meus lábios tremem. Sei da maneira como tento sem sucesso controlar a gagueira e sei daquelas pernas inquietas denunciando não ser eu a única que não sabe disfarçar os movimentos esquisitos que denotam o nervosismo, nem é o meu sorriso o único que treme mas se abre como a romper com os limites do contorno do rosto abobalhado de surpresa. Mas faz tempo tudo se tornou um ciclo do qual não creio ser possível sair. Da tristeza que dá a desesperança inevitável, da dúvida que sempre ressurge sabe-se lá de onde... eu sei de tudo isso... Difícil crer que há ainda algo por dizer, ou algo a se pensar à respeito. Não há, definitivamente, pois tudo já foi mastigado com o cuidado todo que é possível ter. O caso cheira a mofo e à coisas velhas. Comida passada da validade, jogo perdido, azar. Isso é certeza, como são as outras tantas observações que poderia fazer de modo a lembrar-me da invariabilidade dos fatos. Porém, e esse porém infundado... Ele persiste sempre, esse porém. E eu... Ora, eu deixo como está pra ver como é que fica.
Assinar:
Postagens (Atom)