terça-feira, junho 20, 2006

Escolho meus amigos por intuição. Nada procuro de parecido comigo, nem simplesmente deixo as amizades surgirem. Escolho-os depois de observá-los e já os gosto antes de trocar a primeira palavra. Procuro sim algo de peculiar. Seja um sorriso doce, sejam olhos misteriosos e sensuais ou uma expressão sincera e calma no rosto, me lembro claramente do que me despertou simpatia em cada um dos meus amigos. Não sei explicar de maneira mais exata, mas senti uma enorme atração e simpatia imediata e sem porquês pelos amigos que tenho antes de conhecê-los. Não me lembro de ter errado na escolha.

Alguém um dia disse que não faz-se amigos, se reconhece-os. Quem quer que tenha sido, é um cara esperto.


E viva a amizade.

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