Melancolias, esperanças e desapego no ar. Uma calma quase nervosa, frágil que nem cristal. Sem medos, sem nenhuma dor. Só a sombra do desejo passando lentamente e desinteressada pelos resultados da aposta, desejo sem machucar. Pés seguros num chão que não afundará e debaixo d'um sol morno, na pele fria. Tristeza feliz, num ritmozinho mole, despretensioso como um sambinha a falar de amores perdidos e suas lágrimas. Sorrisos solitários perdidos por minutos submersos na reflexão mais honesta. Beleza de ver o dia nascer entre bom-dias da gente bonita de tão simples. Cheiro do café, café bom. E a poeira a cobrir todo o mundo.
quinta-feira, dezembro 14, 2006
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