E era tão óbvio mas ele a insistir e fechar os olhos e tudo o mais que pudesse se abrir entre eles. Punhos, palavras e o olhar duros. Paladar egoísta de quem não percebe o doce dentro da casca. Ela então a apontar erros e falhas, sempre as suas invertidas no outro. Culpa de quem não sente, culpa de quem nunca fez sentir. De quem era a vez no jogo, pois? Sensibilizar-se ou sensibilizar?
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
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