sábado, julho 22, 2006

Relaxa, tudo passa...

Até uva passa, diz aquele trocadilho nada engraçado. Meus cinco minutinhos de desespero já passaram e eu tô até achando que a vida vale a pena, eu é que não valho nada. Maaas, enquanto houverem bons amigos, música boa, filmes fodas e um pedaço de parede não rabiscado no meu quarto, enquanto houver pelo menos um desses elementos, as coisas seguirão seu curso. E por falar em rabiscar paredes, isso deixou de ser brincadeira e descobri uma maneira muito intensa de exprimir tudo que não consigo escrever ou falar e vinha guardando no estômago sem poder digerir. Bom pra caralho. Rabisco, sujo e desenho por cima de figuras que eu recorto das revistas que acho por aí pela casa e no final é tudo uma grande bagunça que levo 3 dias pra arrumar. Vale a pena. Pena que paredes acabam e já isso me preocupa. Papel não é a mesma coisa. Não tem aquele charme, sabe... (e nem dá pra apagar os erros 30 vezes com sabão de côco e esponja).

Rendi-me e baixei um cd do tal Muse. Estava com medo que me pegassem de porrada na saída, já que ouvi tantos e tão insistentes protestos por nunca ter escutado a tal banda. To ouvindo agora e me dá a impressão de conhecer todo o cd. Estranho... Nem fede nem cheira. Até agora me parece rock de macho e eu não ouço rock de macho. Mas pra falar a verdade até que tem uns refrõezinhos interessantes...



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